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Reconhecimento do conhecimento.

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"Olá Helena, tudo bem? Com certeza não irá se lembrar de mim . Fui sua aluna em 2009 no colégio Luis Viana aí em Feira, fizemos uma viagem a Canudos...lembra? Rsrs. Essa semana lembrei de ti quando me perguntaram pq eu gostava de ler, então. ..respondi na hora, dizendo que tive uma professora de redação que passou uns dois livros para ler e fazer umas resenhas. ....desse dia em diante, tomei gosto. Então,  queria te dizer...Muito obrigada! Espero que esteja bem...Beijo grande! Desculpe,  em 2005...10 anos heim...rs" ........................................................................ Recebi por uma rede social e fiquei, claro, bem feliz.

Segunda-feia...

...In dó.. cil!

...

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Mulher, liberte-se.

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Para onde vai o amor que se 'perde'?

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Um ano antes de sua morte, Franz Kafka viveu uma experiência singular.  Passeando pelo parque de Steglitz, em Berlim, encontrou uma menina chorando porque havia perdido sua boneca.  Kafka ofereceu ajuda para procurar pela boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar.  Incapaz de encontrar a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse a boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. “Por favor, não chore por mim, parti numa viagem para ver o mundo. ”.  Esta foi a primeira de muitas cartas que, durante três semanas, Kafka entregou pontualmente à menina, narrando as peripécias da boneca em todos os cantos do mundo : Londres, Paris, Madagascar… Tudo para que a menina esquecesse a grande tristeza! Esta história foi contada para alguns jornais e inspirou um livro de Jordi Sierra i Fabra ( Kafka e a Boneca Viajante ) onde o escritor imagina como como teriam sido as conversas e o conteúdo das cartas de Kafka.  No fim, Kafka presen...

Ontem.

“Prezados senhores, somos todos da mesma cepa se vistos de binóculos Mas não somos os mesmos.. Eu, com meus poemas indecifráveis Vós, com vossas gravatas coloridas Eu, com esta consciência de mim Vos, com vossa mesa farta Eu, buscando sempre o inatingível... ...de binóculo somos os mesmos Eis uma grande injustiça"... (Antonio Brasileiro, “Desconcerto do mundo”)

Domingo

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