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25 de maio de 2006

Para os serventes da Morte e da Vida Severina do poeta engenheiro.

"...E não há melhor resposta que o espetáculo da vida: vê-la desfiar seu fio, que também se chama vida, ver a fábrica que ela mesma, teimosamente, se fabrica, vê-la brotar como há pouco em nova vida explodida; mesmo quando é assim pequena a explosão, como a ocorrida; mesmo quando é uma explosão como a de há pouco, franzina; mesmo quando é a explosão de uma vida severina."

(João Cabral de Melo Neto - Morte e Vida Severina)

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