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28 de junho de 2006

...brothers?

Eu considero sempre, de maneira até exagerada as vezes, os meus amigos. Mas também tenho muitos critérios hoje, até afirmar categoricamente que alguem é AMIGO de verdade. Fui criada sempre cercada de muita gente. Muitos amigos sempre, muita gente sempre frequentava minha casa, por ser pertinho da igreja, lugar que praticamente permeava meus relacionamentos e minha vida. Bem, fui crescendo e, claro, a vida começou a me modificar: pensamentos, idéias, gostos, amores, ideiais, etc. E, com relação às amizades só aprendi. Aprendi principalmente que a Bíblia é certíssima quando diz (nao lembro o endereço do texto) : "Não sejas frequente à casa do teu amigo, para que não enjoe de ti"...(ou vice-versa).

Não gosto de "andar enfiada", como falo, na casa de ninguém. Sem querer ser prepotente, ou soberba, hoje em dia, considero alguns amigos que foram me conquistando aos pouquinhos. Esses, mesmo sendo meus verdadeiros amigos, respeitam meu espaço, e respeito o deles, não há necessidade de andar enfiado, sabendo passo-a-passo. As verdades são ditas na cara, sem medos de mágoas, a aceitação em linhas horizontais e verticais são sempre naturais. Chamo de linhas verticais e horizontais, as relações homem X homem e homem X Deus.

Comecei a preferir qualidade, ao invés do que tinha antes: quantidade. E estou muito melhor assim. Chamam isso de soberba, egocentrismo, chamem isso de bossalidade, mas, acho que amizade é coisa preciosa que nem todo mundo sabe ter. Eu brinco sempre que posso até trair um namorado, mas um (a) amigo (a), jamais.
E é verdade. Porque namorado vai e vem, mas amigo?...é "brabo" de se achar, de se confiar.
A um amigo voce confia suas mais íntimas revelações...que nem a um namorado ou marido confiaria! em sei porque tô escrevendo sobre isso. Deve ser porque tenho poucos amigos hoje em dia. Alguns até acham que são e nem são..fazer o que. Até nisso preciso, quero e vou escolher sim, sempre
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Um comentário:

Pequenos Escritos disse...

Minha esposa tem ciúmes por eu ter amigas, sem redundeância, do sexo feminino. E o interessante é que eu gosto disso, de compartilhar segredos, medos, aflições, alegrias. Acho que, nessas horas, os amigos, ou amigas - verdadeiríssimos - são indispensáveis.