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7 de dezembro de 2006

Lupi..

Todo mundo sabe aqui já que sou fissurada em Cartola, Lupicínio..nessa linha.
Fico impressionada com as letras e com a maneira visceral com que eles cantam as coisas do amor e do romantismo. A sinceridade, a pureza das letras, em definir, assim, as relações de amor, de traição, etc.
Letra de Cadeira Vazia de Lupicínio Rodrigues, em que o moço, embora seu amor o tenha abandonado, permite que ela volte, como uma "filha pródiga". Ele vai abriga-la, dar-lhe comida, ampará-la, mas...amor, carinho e afeto?..Não mais..Muito bom!!...hehehe...:-)
"Entra, meu amor, fica à vontade
E diz com sinceridade o que desejas de mim
Entra, podes entrar, a casa é tua
Já te cansastes de viver na rua
E os teus sonhos chegaram ao fim
Eu sofri demais quando partiste
Passei tantas horas triste
Que nem quero lembrar esse dia
Mas de uma coisa podes ter certeza
O teu lugar aqui na minha mesa
Tua cadeira ainda está vazia
Tu és a filha pródiga que volta
Procurando em minha porta
O que o mundo não te deu
E faz de conta que sou teu paizinho
Que há tanto tempo aqui ficou sozinho
A esperar por um carinho teu
Voltaste, estás bem, fico contente
Só que me encontraste muito diferente
Vou te falar de todo coração
Não te darei carinho nem afeto
Mas pra te abrigar podes ocupar meu teto
Pra te alimentar podes comer meu pão"

Um comentário:

sua amiga cindy disse...

Uns amores assim 'isquisitos'... tipo sinonimo de amargura... gosto naaaaaaaao...