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12 de novembro de 2007

Curtas.

Em Feira, posso parar para escrever mais um pouquinho.
Sinto falta dos momentos longos em frente à máquina, escrevendo.
Creio que tudo na vida é válido, nada é em vão, sendo beeeeeem clichê, então..
Se tô numa fase que chamo 'empírica', que valha a pena mesmo.

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Salvador é terra onde o nenenzinho chora e mamãe não vê..

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Um amigo recente disse que sou individualista. É, e sou mesmo. Defeitos...todo mundo tem, né?

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Estou casada de novo. Acho isso um absurdo. Eu deveria chamar sempre de namoro, mas tô até gostando de chamar de 'casamento'. Já disse que o casamento é o funeral do amor. Estou esperando que seja ao contrário. O nome do meu 'marido' é Lázaro. Qualquer semelhança com aquele episódio que Jesus ressucitou o Lázaro lá da Biblia, será mera coincidencia. Ele está é me ressucitando para muitas coisas. Tipo, o moço está muito apaixonado e, como nunca casou, quer participar de todos os momentos meus, os íntimos e os não íntimos. Pára e fica olhando, com cara de bobo eu escovando os dentes, cuspindo a gosma horrivel da pasta dental, misturada com boca de sono na pia, quer ficar olhando eu fazer cocô, etc...ah, tenha santa paciência. Eu macaca véia em casamento, claro, já provoquei a primeira briguinha, com direito a tromba de zanga e tudo. Eu preciso do meu momento no banheiro, ué...ele também. Ah, o amor...é lindo, né?

2 comentários:

sua amiga cindy disse...

hahahahahahahahahahahahaha
Muito engracado... eh mesmo que'u tah vendo ele invadindo seu espaco e vc em tempo de bater ne'le... hahahahahahahahahahahahahahahaha
Lembre-se sempre que amar e ser amada eh muito bom... O resto administra-se...
Love-love intensamente!!!!!

Dôra Araújo disse...

Não tenho como não sorrir muuito com suas coisas, Helena!
Quer saber?
Sejam muuuuuuuuito felizes, tá legal???
:)*