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5 de abril de 2008

CAYMMI REVISITADO...

É dengue, é dengue, é dengue, meu bem
É dengue que essa nega tem
Tem dengue no remelexo, meu bem
Tem dengue no falar também

Quando se diz que no falar tem dengue
Tem dengue, tem dengue, tem dengue tem
Quando se diz que no andar tem dengue
Tem dengue, tem dengue, tem dengue tem
Quando se diz que no sorrir tem dengue
Tem dengue, tem dengue, tem dengue tem
Quando se diz que no sambar tem dengue
Tem dengue, tem dengue, tem dengue tem

É dengue, é dengue, é dengue, meu bem
É dengue que essa nega tem
Tem dengue no remelexo, meu bem
Tem dengue no falar também

Quando se diz que no bulir tem dengue
Tem dengue, tem dengue, tem dengue tem
Quando se diz que no cantar tem dengue
Tem dengue, tem dengue, tem dengue tem
Quando se diz que no olhar tem dengue
Tem dengue, tem dengue, tem dengue tem

É no mexido, é no descanso, é no balanço
É no jeitinho requebrado que essa nega tem
Que todo mundo fica enfeitiçado
E atrás do dengue dessa nega todo mundo vem
E atrás do dengue dessa nega todo mundo vem

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http://www2.uol.com.br/castelorama/export/limeriques-indice-0.html

Um comentário:

Nill Costa disse...

de arrombar!!!! hehehhehhhe