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1 de abril de 2009

Sistema anticrise: amigos felizes.


O riso é contagioso, como demonstra a experiência cotidiana na qual comprovamos que é muito difícil resistir ao impulso de rir quando alguém o faz de forma espontânea e natural, seja quando estamos diante da pessoa que ri ou ao assistir um programa de humor na televisão ou uma comédia no cinema.

Mas a felicidade também pode se transmitir de uma pessoa a outra como um germe, neste caso, positivo, saudável e estimulante? Foi isso o que tentaram estudar com métodos científicos os pesquisadores americanos Nicholas Christakis e James Fowler, das universidades da Califórnia, em San Diego, e de Harvard, em Boston, respectivamente, com base no "Estudo Framingham", do qual compilaram dados sobre a saúde mental de 5.124 adultos entre 1971 e 2003.

A conclusão à qual chegaram é surpreendente: a felicidade das pessoas que nos rodeiam, e não só destas, mas inclusive a das que se relacionam com elas e não conhecemos, têm uma influência direta na possibilidade de que sejamos felizes. Alguma vez você se sentiu "contagiado" pela felicidade de um amigo, conhecido ou da própria namorada ou namorado? Sente uma inexplicável e espontânea alegria diante da dos demais?

De acordo com uma recente pesquisa americana, que combina os enfoques epidemiológico e sociológico, esta sensação percebida pela maioria do povo tem uma explicação científica.


Os humanos, seres sociais

Segundo os pesquisadores das universidades da Califórnia e San Diego, nos EUA, a felicidade pode ser contagiosa e, por isso, as pessoas com amigos felizes são mais propensas a ser também. Eles concluíram que este resultado é "o reconhecimento de que as pessoas são seres sociais e que bem-estar e a saúde de um indivíduo afetam os dos que o rodeiam".

Os cientistas selecionaram 5.124 indivíduos, que denominaram como "egos", assim como muitas de suas pessoas próximas, como pais, irmãos, companheiros, filhos, vizinhos, colegas de trabalho, amigos e "amigos dos amigos". Assim, estudaram mais de 12 mil pessoas que estavam conectadas umas às outras em Framingham, no Massachusetts, constituindo entre elas cerca de 53.200 relações sociais.

Os pesquisadores comprovaram que os seres felizes costumam estar vinculados entre eles, da mesma forma que acontece com aqueles que são infelizes, e que uma pessoa tem 15% mais de probabilidades de se sentir bem caso esteja ligada a alguém que esbanja felicidade.

No entanto, na medida em que a relação se vai distanciando, estas porcentagens vão se reduzindo até chegarem a 5,6% no caso de conhecidos mais distantes ou de "terceira linha", ou seja, os "amigos de amigos de amigos, etc." da pessoa. Além disso, os dois afirmam que aqueles que são o centro de muitas relações felizes têm mais probabilidades de seguir sendo felizes.Ter amigos alegres aumenta em 9% as probabilidades de ser feliz no futuro, enquanto ser casado ou namorar alguém feliz equivale a ter 8% mais possibilidades de felicidade. Do outro lado da moeda, os pesquisadores descobriram que se cercar de pessoas pessimistas ou negativas reduz em 7% as emoções positivas.

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(Fonte: li em um desses sites hoje: Yahoo, UOL, algo assim, copiei, colei e fechei, esqueci qual foi, desculpem..risos)

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