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24 de setembro de 2011

Freedom.

Talvez valha a pena celebrar os reencontros, as noites e todos os luares ainda por vir. Mas só vale a pena se tiver todo coração na história. Desacredito nos reencontros e nos retornos onde a intenção é egoísta, apenas por carência e por motivações outras que não seja a visceral consciência de entrega. E eu me entrego! Até me entrego a sabores já conhecidos, mas tem que ser por absoluto contentamento e prazer recíprocos. Senão não vale.


Mas talvez valha a pena, para outros, porque o retorno as vezes vem trazendo toda uma gama de segurança, necessária aos fracos. Isso me motiva a cada dia, a ser mais forte e não precisar contar com retornos oportunistas. Talvez não me farei entendida, já que são idéias muito subjetivas, mas sinto uma felicidade incrível em saber que minha liberdade é a minha segurança e o aprisionamento tão rejeitado por alguns, se torna uma pedra no sapato, apenas por fazerem escolhas herméticas e oportunistas. Minha liberdade é o meu trunfo, minha carta na manga, minha vingança.


Que felicidade em saber que eu sim, sou livre! Livre de tal forma que não preciso rejeitar conceitos, pessoas, ou deixar de acolher apenas a quem desejo perto de mim. De ir a qualquer lugar sem mapas sociais, nem me cercar burocraticamente de rótulos e caminhos pré-traçados, nem de pesos nem de medidas. E quantos querem andar comigo! Muitos e muitos, porque é bem melhor andar com os livres de espírito.  Adoro saber que alguém um dia não entendeu direito o amor que eu espero em dois, que a liberdade, ali sim, existia, de ir e vir, com dois corações juntos e eu sei sim, andar assim. Mas eu adoro ouvir meu coração pulsando sozinho, aqui, no Japão, em Londres, na Cochinchina. Com quem ou aonde eu quiser.


Coloco meus sabores todos, então, dentro da mochila mental e levo o sorriso no rosto de novo, sempre de novo, sempre e sempre. Liberdade é isso! Liberdade: A palavra mais desejada e menos entendida. E o sangue corre sem saber qual o tempo que é preciso para entende-la. E acontece o tiro no próprio pé, saqueando a outros, ora confundindo liberdade com a tal libertinagem, ou a liberdade com o egoismo de escolher apenas quem lhe faça feliz, esquecendo de ser sincero e coerente, fazendo a outros também felizes.


E a alegria de saber que sou livre para escolher entre me subjugar ou não a algo, alguém ou situação? Embora a liberdade não precipite em se ter tudo que se quer, ao menos, há aquela doce sensação de que, estando ou não apegado a alguém, tudo estará no seu devido lugar. Eu sou livre, eu sim, sou livre. Fazendo valer reencontros, na mais absoluta honestidade, sinceridade e entrega. Reencontros e encontros novos, desenhados e traçados pelo "destino" que lhe é benfazejo, quando voce tambem faz valer a pena. E vai valer muito a pena ter vivido. Já está valendo!

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