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4 de junho de 2012

O que de um quê.

Um que de o que? O que?
Curiosidade do menino calado.
Da pele, cerne, o sonho.
Um som sempre no ar.
Noir. 
Guerra e paz na frente. 
Um filme Noir sem gente.
A graça do menino. O homem em cima de mim.
O dom de aprender a amar do que anda trôpego. 
Do velho, a dor.
O santo. 
O insano. 
A mente transportada na viagem suada e no que ainda está por vir.
Da risada cínica.
Curiosidade dos astros, na bola que rola, no corpo guardado. 
E grudado.
O corpo fala, mas sangra por dentro.
O corpo sangra por dentro, mas não fala.
Mas ama.
Ama até adoecer, até esquecer.
Revela. Revelador. Revela a dor.
Da mãe que é o antes, sai da frente, o depois.
O escorraçar do Deus. O próprio deus.
O hoje, o antes, sem futuro. 
Da praia, o mar do esquecimento.
O torto, oposto, solto.
O doce.
Encaixe perfeito do som e do bom.
Tempo perfeito no ócio e no cio.
A cor de um marrom que eu mordo. 
Chocolate.
Tu, teu.
Amor.

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