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26 de julho de 2015

Ontem.

“Prezados senhores, somos todos da mesma cepa se vistos de binóculos
Mas não somos os mesmos..
Eu, com meus poemas indecifráveis
Vós, com vossas gravatas coloridas
Eu, com esta consciência de mim
Vos, com vossa mesa farta
Eu, buscando sempre o inatingível...
...de binóculo somos os mesmos
Eis uma grande injustiça"...

(Antonio Brasileiro, “Desconcerto do mundo”)

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