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17 de novembro de 2017

Rachel de Queiroz

❝ (…) eu sentia (e sinto ainda) que não nasci pra coisa pequena. Quero ser gente. Quero falar com os grandes de igual para igual. Quero ter riqueza! A minha casa, o meu gado, as minhas terras largas. A minha cabroeira me garantindo. Viver em estrada aberta e não escondida pelos matos em cabana disfarçada como índio ou quilombola.❞

(Memorial de Maria Moura, Rachel de Queiroz)

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